
Texto das orelhas do livro
Sérgio Lima / Folha Imagem
O
autor, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, na figura acima, está no plenário da Câmara
dos Deputados, em 25/11/1997, exibindo Dona Carlinda (à esquerda), sua filha Cíntia,
gerada em um estupro, e o pequeno Rafael, filho de sua filha Cíntia. A exibição
de mulheres vítimas de estupro, totalmente contrárias ao aborto, e de pessoas
geradas em um estupro fez com que as feministas presentes entrassem
Nascido em Brasília, DF, em 24/12/1963, Padre Lodi formou-se
Desde 1997, preside o Pró-Vida de Anápolis, entidade em defesa da vida criada por Dom Pestana.
Premido pela necessidade de formação jurídica para a causa pró-vida, cursou Direito na Universidade Federal de Goiás, tendo concluído o curso em 2006.
Em novembro de 2003, quando pela primeira vez o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu autorização para um aborto eugênico, Padre Lodi impetrou um Habeas Corpus em favor do bebê (HC 32159) junto ao Superior Tribunal de Justiça. A liminar foi concedida e a criança, uma menina chamada Maria Vida, foi salva. Em 17/02/2004, a Quinta Turma do STJ, por unanimidade, confirmou a decisão liminar.
A criação de jurisprudência favorável aos nascituros deficientes levou os defensores do aborto a engendrarem a famosa Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 54 (ADPF 54), pretendendo que a Suprema Corte declare lícito o aborto de bebês anencéfalos.
A causa pró-vida tem custado muitas perseguições ao autor deste livro. Já foi denunciado por crimes de calúnia, injúria e difamação, e condenado em ações de reparação de danos morais. Uma revista de circulação nacional chegou noticiar falsamente que ele teria o “costume” de arremessar fetos de borracha contra seus adversários (!).
O mais pitoresco dos episódios envolvendo o autor foi sua condenação, em primeiro e segundo graus, por ter usado a palavra “abortista” para designar quem defende o aborto.
Quem estiver interessado em ler este livro, deve fazê-lo antes que algum censor o impeça.
